Senso
Senso, Luchino Visconti.
Há coisas que dão cabo de mim. Coisas como o documentário que passou ontem. Scorsese encontrou a palavra que eu não achava. Tal como o realizador norte-americano, também eu fiquei enfeitiçada (é esta a palavra), durante muito tempo, pelo "Senso" de Visconti. Ontem o filme revisitou-me da melhor forma e fiquei com uma tremenda vontade de revê-lo, o mais brevemente possível. Vi-o graças a um programa que Bénard da Costa tinha na RTP 2, há tempos, onde ele apresentou alguns excelentes e memoráveis, e inclusivamente, após a exibição deles mesmo, o escritor falava deles, apoiando em livros, onde ele exibia numa mesa grande, ou através de planos que colocava em still. Que saudades!...

2 Comments:
acho que tenho o senso em vhs, se precisares
sim, sim, preciso de rever esse filme. ontem fiquei apanhada, e depois Scorsese ficou mt pouco tempo, no plano (um dos meus favoritos), do quarto onde eles se encontram . aquele quarto tem uma luz, fogo, não sei como é que Visconti a captou. é um grande contraste com o que acontece depois, a tal escuridão que Scorsese sublinha. toda a luz está naquele quarto.
Se me pudesses emprestar, agradecia-te muito.
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